Stiper e a continuação das novelas New Age

Nuno Lemos INVENÇÕES NEW AGE 4 Comments

Nos anos 90 foi desenvolvido em Espanha o Stiper. O Stiper é a versão “comprimento de onda” dos adesivos Lifewave. Como mostrei noutro artigo a Lifewave afirma ter desenvolvido nanotecnologia 100% orgânica. Aplica essa nanotecnologia em adesivos a pontos de acupuntura para equilibrar energeticamente o corpo. A nanotecnologia tão propalada é no fundo sumo de fruta, ou seja, uma mistura de água, açúcar e aminoácidos obtidos de frutas.

A fraude dos adesivos Lifewave era sustentada na manipulação de termos científicos e na manipulação de termos da Medicina Tradicional Chinesa. Aos nanocristais observados nas misturas de água, açúcar e aminoácidos chamaram nanotecnologia. Ao qi chamaram de energia e voilá: nanotecnologia para equilibrar o sistema energético do corpo!

A base de pensamento dos Stipers é muito semelhante: manipulam o termo chinês Qi de forma a dar a entender que é uma onda electromagnética e fazem analogias simplistas de forma a manipular conceitos científicos. As grandes invenções de saúde, feitas pelos movimentos New Age, não são mais do que demagogia ignorante. Num site brasileiro encontrei a seguinte explicação de funcionamento dos Stiper:

“O cristal de silício funciona como um modulador energético. Ele absorve as energias desequilibradas, devolvendo-as para o organismo numa freqüência controlada e gradual, fazendo com que a desarmonia interna do paciente se equilibre, facilitando dessa maneira o restabelecimento de sua saúde.”[i]

Na wikipédia era referido:

“Estimulação Permanente), ou como escrito em Portugal: Estiper, são pastilhas macias produzidas com Silício Cristalizado (SiO2) e aglutinadas com Celulose Vegetal, de 14 mm de diâmetro por 3 mm de espessura, usadas recentemente pela Acupuntura. O Stiper foi desenvolvido na Espanha na década de 90 com o propósito de substituir a aplicação tradicional das agulhas de Acupuntura. Em contato com a pele, fixado com o auxilio de um adesivo, teria a propriedade de reequilibrar o Chi (Qi) do corpo, comportando-se como uma esponja que absorve esse Chi desequilibrado, devolvendo-o amplificado e regulado em amplitude de onda e freqüência.”

Do que está escrito atrás pode-se concluir que o Qi (Chi) é, afinal de contas, uma onda electromagnética. Coisa impressionante e que passou despercebida aos chineses durante toda a sua história. Mas além de ser uma onda electromagnética também é energia.

O problema é que ondas electromagnéticas e energia são coisas diferentes. É aqui que deixamos para trás as traduções abusivas de Qi e entramos nas manipulações de termos científicos. Pelos textos acima descritos, e por outros ao longo do artigo, deixa-se sempre a ideia que energia e ondas electromagnéticas são a mesma coisa.

O que é a radiação electromagnética?

A wikipédia apresenta uma definição bastante simples e acessível:

“A radiação eletromagnética são ondas que se auto-propagam pelo espaço. Parte de todo o espectro consegue ser interpretada através do olho dos diversos animais e, para cada espécie, denomina-se essa fatia de luz ou luz visível. A radiação eletromagnética compõe-se de um campo elétrico e um magnético, que oscilam perpendicularmente um ao outro e à direção da propagação de energia.”[ii]

Para pensar numa onda electromagnética pense que está de frente para um lago calmo. Atira, para esse lago, uma pedra e logo se formam pequenas ondas a partir do ponto de impacto. Pode imaginar uma onda electromagnética como algo parecido.

Existem diferenças, como é óbvio. A onda electromagnética é composta por dois campos: um magnético e outro eléctrico e ambos são perpendiculares entre si. A imagem mais correta seria pensar em duas ondas entrelaçadas e perpendiculares entre si.

O que é a energia?

No fundo a energia é a medida de capacidade de interação de um sistema. A sua unidade SI é o Joule. Isto não é nenhuma unidade de medida para radiação eletromagnética (radiação X, gama, luz visível, infravermelhos, ultravioletas, etc…).

Não é fácil entender o conceito uma vez que é abstrato e existe em várias formas: elétrica, nuclear, química, etc… A energia é uma grandeza escalar que nos permite descrever a interação entre dois sistemas físicos. De forma mais simples se pode dizer que é a capacidade de produzir trabalho. Por isso a unidade SI (Sistema Internacional) do trabalho é o Joule.

Existem evidentemente diferentes formas de energia: elétrica, calorífica, etc… e a estas diferentes formas podem ter diferentes unidades SI. Por exemplo na energia elétrica a unidade SI é o Kwh (kilowatt hora).

Os dois tipos base de energia que existem são a energia cinética e a energia potencial. A energia cinética está associada ao movimento de uma partícula, enquanto a energia potencial está associada à sua posição.

Por exemplo se aumentarem a altura de um objeto a sua energia potencial aumenta (Ep=mgh), onde h é altura. Por outro lado se aumentarmos a velocidade de um objeto aumentamos a sua energia cinética (Ec=1/2 mv2).

Imagine que lança um objeto para o ar. O objeto parte com velocidade máxima e a altura mínima. A sua energia cinética vai ser máxima e a sua energia potencial nula. No entanto, na medida que o objeto sobe, perde velocidade e ganha altura. A sua energia cinética diminui mas a sua energia potencial aumenta. Até chegar um momento que perde toda a velocidade e começa a cair. No momento que perde toda a sua velocidade a energia cinética é nula enquanto a energia potencial tem o seu valor máximo.

Quando se mede a corrente elétrica, por exemplo, está a medir-se a energia cinética e potencial dos eletrões. Agora que temos uma noção básica do significa energia e onda eletromagnética podemos voltar as nossas atenções para os cristais stiper.

Stiper, radiação electromagnética e energia

Atendendo ao que ficou dito acima fica claro que energia e ondas electromagnéticas são coisas diferentes. Uma onda eletromagnética (radiação gama ou radiação X, por exemplo) pode ter diferentes energias.

Quando se afirma que o Stiper “…absorve as energias desequilibradas, devolvendo-as para o organismo numa freqüência controlada e gradual, fazendo com que a desarmonia interna do paciente se equilibre, facilitando dessa maneira o restabelecimento de sua saúde…” está a confundir-se ondas eletromagnéticas com energia.

Só isto deveria ser suficiente para mostrar que os cristais Stiper não são mais que uma fraude assente, mais uma vez, na manipulação de termos científicos! Mas como as medicinas tradicionais e complementares, no Ocidente, tem muita abertura de espírito e pouca formação científica achei por bem analisar com maior profundidade esta descoberta absolutamente maravilhosa!

Lendo as lengas lenga do Stiper também nos apercebemos que afinal a doença é uma alteração da frequência das ondas eletromagnéticas. No entanto isto não faz sentido nenhum. E muito menos falar em frequência “controlada e gradual”. O que é que significa uma frequência gradual? Ou uma frequência controlada? Que tipos de frequência são patogénicas para o organismo? E que tipos de frequência são saudáveis?

A frequência de uma onda tem a ver com os seus comprimentos de onda. Vamos voltar ao lago. O leitor lembra-se de ter usado uma pedra para formar várias ondas no centro do lago. Quero que volte a imaginar essas ondas! Neste momento está a visualizar os picos dessas diferentes ondas que se espalham pelo lençol de água. Quanto mais afastados esses picos se encontrarem, uns entre os outros, mais baixa é a frequência e quanto mais próximos estiverem, mais alta é a frequência. Ou seja, no mesmo espaço de tempo vai ter muitos mais picos de onda!

Em termos de radiação eletromagnética isto significa que se aproximarmos muito os picos de onda vamos dar a espectros como a radiação gama ou os raios X. Quanto menor a frequência vamos dar ao espectro dos ultravioletas, da luz visível (parte do espectro perceptível pelos nossos olhos), dos infravermelhos, etc…

Para os acupuntores, mais uma vez, se pode usar a eletropuntura como exemplo. Quando se preparar o tratamento é-se obrigado a selecionar os diferentes parâmetros de tratamento. Esses parâmetros são: frequência de onda, tipo de onda (intermitente, densa-dispersa, etc…) e intensidade da corrente. São coisas diferentes!

Portanto a questão que fica agora é esta: qual destes comprimentos de onda é que são saudáveis e quais são patológicos! Quais é que estão equilibrados? E já agora o que é uma onda eletromagnética desequilibrada? Isto não faz sentido absolutamente nenhum.

Concluindo esta primeira parte do artigo: as justificações científicas associadas ao Stiper não são mais do que manipulações ridículas e totalmente erradas de terminologia científica e verborreia sem sentido sobre frequência de ondas eletromagnéticas!

Qi e sintomas

Obviamente que mais uma vez o termo chinês Qi aparece associado ao conceito energia. E não menciono o conceito energia tal como usado em ciência mas o conceito energia que se pretende científico mas que de científico nada tem. Falo daquele conceito de energia que basicamente ninguém sabe definir o que é!

No caso dos Stiper além de energia também se vê associado ao conceito de onda eletromagnética. O que é excelente. Vindo do nada, como se fosse um espetáculo de magia, o Qi passa a ser uma onda eletromagnética.

Numa das descrições usadas, sobre Stiper, é afirmado que “Em contato com a pele, fixado com o auxilio de um adesivo, teria a propriedade de reequilibrar o Chi (Qi) do corpo, comportando-se como uma esponja que absorve esse Chi desequilibrado, devolvendo-o amplificado e regulado em amplitude de onda e freqüência.”

Portanto o Qi é uma onda eletromagnética cuja frequência e amplitude de onda definem o estado de saúde. Isto sem esquecer a tão fabulosa amplificação do Qi. Em termos de Medicina Chinesa ficam-me imensas dúvidas: o Qi também precisa ser amplificado em casos de plenitude? Que sintomas descrevem a variação de frequência e amplitude de onda do Qi? Quais são as correspondências entre as diferentes variações de amplitude de onda e os sintomas de padrões de Qi?

É que infelizmente, esta tecnologia tão maravilhosa nem sequer se consegue compreender dentro da lógica de pensamento da Medicina Chinesa. A razão para tal é simples: ela não é feita para ter credibilidade científica, nem credibilidade na MTC. Ela é feita para se vender aos acupuntores New Age. Felizmente que esse aspeto nem se esconde:

“A Cristalografia sempre teve destaque em várias áreas holísticas e do esoterismo”[i]

Cristais… e mais analogia infantis

O Stiper não só confunde ondas eletromagnéticas com energia como associa toda essa verborreia aos cristais. Mais uma vez usando analogias simplistas sem qualquer tipo de fundamento. A invenção baseada nos cristais traz duas grandes vantagens.

Em primeiro lugar garantem uma plateia imediata que usa a cristalografia como arte terapêutica. Ou seja, pessoas associadas ao movimento New Age.

Em segundo lugar permite fazer manipulações científicas que passam despercebidas à maioria das pessoas uma vez que quase ninguém ouviu falar em cristais piezoelétricos! Sim piezoelétricos. Antes de voltar a mencionar este nome vamos ler o que se diz sobre os cristais que a Stiper vende:

Produzido com 100% (quartzo) = cristal de rocha natural.

Para entender perfeitamente o Quartzo e o seu funcionamento é importante que saibamos que:

… Comprovadamente, se analisarmos sob ângulo científico que estudou profundamente os minerais, observaremos que o Quartzo, ou Dióxido de Silício em três facetas(SiO²), está sempre presente quando necessitamos enviar e receber ondas, ordenar e ler frequências e ainda quando queremos obter a mais absoluta precisão de medidas, imagens, sons e tempo…

Fato Científico: O Silício em forma de Quartzo é o mais potente ordenador de ondas e frequências que o Mundo conhece, por isso, não é à toa que é utilizado em radares, sonares, computadores, rádios receptores e transmissores, aparelhos laboratoriais de altíssima precisão e demais equipamentos que necessitam de precisão absoluta.[i]

Será que o Silício é usado em sonares e radares? É claro que sim. A questão não é se os radares e sonares usam cristais com propriedades piezoelétricas mas sim como funcionam e como pode isso servir de fundamento para o Stiper.

A piezoleletricidade é a capacidade que alguns cristais possuem para gerarem corrente elétrica quando sujeitos a pressões mecânicas. Esta característica faz com que possam ser usados para a produção de sons (sonar). No entanto o seu efeito é reversível uma vez que quando sujeitos a corrente elétrica alteram a sua forma. Desta feita é possível uma transformação mecânica-elétrica (medidores de pressão, alarmes, etc…) ou uma transformação elétrica-mecânica (alto-falantes, etc…)

No entanto os cristais piezoelétricos não são ordenadores de ondas! Isto não tem sentido nenhum. A única coisa que fazem é criar uma corrente elétrica quando sujeitos a uma pressão ou alterarem a sua forma quando sujeitos a uma corrente elétrica (fenómeno reversível!). Chamar-lhe ordenador de ondas e frequências é puro disparate!

E muito menos se compreende como pode ele ordenar ondas eletromagnéticas como o Qi (uso aqui o Qi como onda eletromagnética como exemplo. No entanto o leitor, por esta altura, já saberá que é um disparate completo designar o Qi de onda eletromagnética!). Uma vez que os cristais são colados ao corpo, eles basicamente estão sujeitos a todo o tipo de ondas eletromagnéticas que existem à nossa volta. Como é que vão distinguir as diferentes ondas eletromagnéticas ou os diferentes sons a que estão sujeitos?

Outra grande questão é saber como funcionam estes Stipers. Porque um sonar, ou radar, ou aparelho de ultra-sons tem toda uma eletrónica e maquinaria associada para poderem funcionar. Os cristais piezoelétricos são usados só em parte do material: nos recetores de som, por exemplo. Mas nos cristais Stiper parece não ser necessário mais nada que os cristais isolados. É absolutamente espetacular. Toda a outra tecnologia é inexistente… e sobretudo inútil. É que estas invenções milagrosas também tem de ser amigas do ambiente.

Não te esqueças do ambiente

Nos meus artigos sobre este tipo de fraudes New Age chamo sempre a atenção para um simples facto: o produto deve ser apresentado como inócuo para o corpo humano e amigo do ambiente. Ele é uma resposta ao ódio existente contra a tecnologia, é uma resposta ao desprezo que se sente pelos efeitos dos químicos no organismo! No fundo o produto tem de se vender como sendo puro face aos ideias românticos dos movimentos New Age.

É-nos dito que:

“Tudo que tocamos e é natural tem Silício.

Mais de 3% de nossa constituição orgânica, tais como derme, epiderme, músculos, nervos, ossos e órgãos é constituída por Silício, e, sendo assim, concluímos que o produto Stiper, por ser 100% Silício micronizado, não é uma substância desconhecida de nosso organismo, pois estamos em contato frequente com ela desde que nascemos.

Entendendo que o Silício já é parte integrante de nós mesmos, é fácil aceitar o “portal de entrada” que se estabelece entre nosso corpo e o Stiper, afinal, o Stiper não é um ser estranho, é sim parte de nós mesmos, não é um elemento “estranho” perfurandopressionandosugandoirritandoinfiltrando-se em nossa pele.”[ii]

Impressionante. O Stiper não é estranho ao organismo e é amigo do ambiente! “Tudo o que tocamos e é natural tem silício”. Os computadores não são naturais e tem silício… isso fará deles algo que não é estranho ao nosso corpo?

E se o nosso corpo já tem tanto silício para que é que são necessários ao Stiper? O Silício do corpo não consegue ordenar e ampliar ondas eletromagnéticas? E sobre as substâncias que não são desconhecidas ao nosso corpo ficam imensas dúvidas. O ferro não é desconhecido ao nosso corpo. Podemos comer barras de ferro? Ou quem sabe juntar barras de ferro ao corpo para ordenar ondas?

Para terminar deixo o leitor com a dúvida existencialista levantada por excerto de tão grande liberdade poética: o que é o portal de entrada entre o Stiper e o corpo?


[i] http://www.stiper.com.br/oquee.htm


Comments 4

  1. Caro Nuno

    Vejo que continua determinado a dar tiros nos pés.

    Note que estas posições que vem assumindo determinarão o seu descrédito num futuro bem próximo, quando as evidências demonstrarem que o que voce pretende é não perder os valores que cobra pela sua actividade.
    (Lembre-se da máxima: se não os podes vencer, não os combatas: junta-te a eles…)

    E isso vai ser evidenciado pela demonstração da eficácia dos produtos da Lifewave, independentemente da verborreia que, com maior ou menor brilhantismo , você aqui vai postando.

    Isto porque, ao contrário de si, os distribuidores da Lifewave não levam valor algum ás pessoas que pretendam experimentar estes produtos, sendo-lhes somente cobrados so valores dos adesivos, caso a pessoa que os experimenta achar que são eficazes. E o rácio daqueles que assim o decidem é demasiado elevado para se poder ignorar.

    Portanto, caro Nuno, agradeço que nunca apague estas demonstrações de arrogância científica, para mais tarde ou mais cedo, a sua vergonha ficar devidamente registada.
    Cumprimentos
    Alfredo Rodrigues
    PS: Parabéns pelo novo visual do seu blog

    1. Post
      Author

      “quando as evidências demonstrarem que o que voce pretende é não perder os valores que cobra pela sua actividade.”
      Claro, com certeza. Mal de mim pensar que você até poderia ter algo de jeito para escrever. Mas para alguêm cujo conteúdo argumentativo é nulo presumo que tentar passar a imagem de maldade para o adversário seja a única coisa a fazer.
      “E isso vai ser evidenciado pela demonstração da eficácia dos produtos da Lifewave,”
      Então mas a eficácia já não tinha sido demonstrada? Ainda está por demonstrar? Quer dizer que vocês mentem descaradamente quando dizem que já está demonstrada? O que aconteceu aquela quantidade absurda de estudos supostamente científicos pagos e publicitados pela Lifewave?
      Por falar em dar tiros no pé…
      “os distribuidores da Lifewave não levam valor algum ás pessoas que pretendam experimentar estes produtos, sendo-lhes somente cobrados so valores dos adesivos, caso a pessoa que os experimenta achar que são eficazes.”
      Sim está a falar daqueles adesivos com um bocado de sumo de fruta lá dentro vendidos a 100 euros? Belo negócio…
      Já agora fica aqui a composição da chamada nanotecnologia 100% organica
      http://acuforma.com/lifewave-a-meio-caminho-entre-a-power-balance-e-a-medicina-quantica/
      E quando fala em experimentar o produto está a falar daquelas manipulações tipo pulseiras lifewave que um dos vossos vendedores tentou comigo? Excelente. Quem quiser comprar isso merece mesmo ser enganado.
      Deixo aqui um dos artigos sobre este tipo de manipulações.
      http://acuforma.com/lifewave-e-power-balance-quais-as-diferencas-parte-iii/
      E no youtube encontram-se jóias espetaculares sobre este tipo de manipulação. Em particular a forma como são feitas para enganar as pessoas.
      “agradeço que nunca apague estas demonstrações de arrogância científica,”
      Com certeza que não apago. Como também não apagarei s suas demonstrações de ignorância cientifica, a sua hipocrisia e acima de tudo os constantes tiros nos pés que dá. Nãos e preocupe o que demonstrou de pior neste blogue vai ficar rgistado.
      No entanto se está à espera que seja demonstrado o meu erro aconselho duas coisas: um divâ que é bem mais confortável que uma cadeira e muito sumo de fruta (mas não daquele que vem dentro de um adesivo. É que vai precisar mesmo de muita energia para tanta espera).
      Até lá continue a enganar as pessoas a vender sumo de fruta a 100 euros e depois venha para a net fazer spam porque não tem nada de jeito para escrever.

  2. O Stiper funciona sim, para alguns, só se que você colocar uma outra coisa parecida com STIPER, qualquer outro adesivo, vai funcionar também. Funciona porque o mecanismos é outro e não o mecanismo que o stiper preconiza.

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