Dieta na medicina chinesa: quente e fria

Nuno Lemos DIETAS E RECEITAS 0 Comments

A dieta na medicina chinesa, defende que se deve ingerir alimentos tanto de natureza fria como de natureza quente de forma a mantermos o equilíbrio energético corporal.

 

  • O consumo excessivo de alimentos de natureza quente afecta o Qi e o Yin devido ao sobreaquecimento. Sendo o Yin a base material do sangue, a qualidade e a circulação do sangue ficam afetados.
  • O consumo excessivo de alimentos de natureza fria acaba por afectar o Baço e o Estômago prejudicando toda a funcionalidade do processo digestivo.

Características da natureza dos alimentos da dieta na medicina chinesa

 

A natureza dos alimentos em MTC classifica-se em quente, morna, neutra, fresca e fria.

Alimentos de natureza quente são os que provocam um efeito de aquecimento no corpo; de natureza morna provocam um aquecimento ligeiro; neutra não aumentam nem diminuem a temperatura da energia corporal; natureza fresca refrescam sem arrefecer muito; natureza fria arrefecem significativamente a energia corporal.

 

 

Natureza dos alimentos da dieta na medicina chinesa

 

Segundo a dieta na medicina chinesa os alimentos são de natureza quente, morna, neutra, fresca e fria.

A natureza dos alimentos, na dieta da medicina chinesa, não tem a ver com a temperatura a que são consumidos mas com a acção sobre a temperatura interna do corpo.

Um alimento pode ser comido muito quente e a sua natureza ser fria.

 

Sabores e órgãos da dieta na medicina chinesa

 

Com base na teoria do 5 elementos relacionam-se 5 sabores com 5 órgãos.

Uma dieta com os cinco sabores- doce, amargo, ácido, salgado e picante- visa o equilíbrio interno do corpo.

Se consumir alimentos predominantemente de um só sabor vai alterar o equilíbrio homeostático do órgão e a sua relação com os outros.

 

O sabor ácido relaciona-se com o fígado; o amargo com o coração; o picante com o pulmão; o salgado com o rim e o doce com o baço pâncreas.

LINKS ÚTEIS:

1 – Diagnóstico I: os primeiros padrões clínicos

2 – Diagnóstico II: outros padrões clínicos gerais

3 – Diagnóstico III: padrões clínicos gerais com padrões de órgão

4 – Diagnóstico IV: características dos padrões clínicos gerais nos órgãos

5 – Diagnóstico V: compreender a teoria dos 5 elementos

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